Relógio

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Educação Especial Inclusiva


"Deus me dê a paciência de me conformar com as coisas que não posso alterar, me dê a coragem de alterar as coisas que posso, e me dê a sabedoria de distinguir entre umas e outras" (Christoph F. Oetinger).
Muito se fala em Educação Especial Inclusiva, mas nem sempre temos uma noção correta a seu respeito. Julgamos bastante apropriado o seguinte conceito de Educação Especial: "Conjunto de medidas e recursos (humanos e materiais) que a administração educativa coloca à disposição dos alunos com necessidades educativas especiais: pessoas com algum tipo de défice, carência, disfunção ou incapacidade física, psíquica ou sensorial, que lhes impeça um adequado desenvolvimento e adaptação" (Ezequiel Ander-Egg, 1997).

A Educação Especial engloba uma imensa diversidade de necessidades educativas especiais, assim como uma equipe multidisciplinar, composta pelos mais diversos profissionais e especialistas. Seu objetivo principal é promover uma melhor qualidade de vida àqueles que, por algum motivo, necessitam de um atendimento mais adequado à sua realidade física, mental, sensorial e social.

Seus destinatários são todas as pessoas que precisam de métodos, recursos e procedimentos especiais durante o seu processo de ensino-aprendizagem.

A Educação Especial deve ser vista no contexto da Educação Geral, ou seja, o portador de necessidades especiais deve ser atendido no mesmo ambiente que o não-portador. A esta tendência contemporânea chamamos de Educação Inclusiva, uma vez que o portador de necessidades especiais é inserido em classes regulares de ensino, sendo tão digno e merecedor da educação como qualquer outra pessoa.

Numa sociedade tão preconceituosa e discriminadora como a nossa, muitos pais de alunos ditos normais são contrários a esta inclusão Também alguns professores, coordenadores, diretores e funcionários, desinformados ou pouco esclarecidos, oferecem resistência a estas tentativas. Mas, mesmo assim, várias, e com muito êxito, têm sido as experiências de inclusão de alunos portadores de necessidades educativas especiais nas classes e/ou escolas regulares. Precisamos ensinar à sociedade, de uma maneira geral, que as pessoas antes de serem portadoras de necessidades educativas especiais são seres humanos capazes e dotados de inúmeras possibilidades, com um grande potencial a ser trabalhado. Nada justifica o seu isolamento do convívio com outras pessoas, seja dentro ou fora da escola.

A inclusão deve ser cuidadosa e racional, pois uma precipitação pode provocar mais frustração do que satisfação ao portador de necessidade especial, que precisa ter condições mínimas para se adaptar a certas realidades. Por exemplo: numa escola com vários andares, tendo apenas escadas, sem rampas ou elevadores, não seria interessante colocar um portador de paraplegia, que só se locomove em cadeiras de rodas, para estudar numa classe regular que utiliza uma sala no quarto andar da escola. Como seria o seu acesso à sala de aula? Atenção e cautela só tendem a nos ajudar a tomar decisões sábias e positivas.

Eis algumas modalidades de atendimento em Educação Especial: Escola Regular, Classe Regular, Escola Especial, Classe Especial, Ensino Domiciliar, Classe Hospitalar, Escola Hospitalar, Escola Profissionalizante, Empresa-Escola. Cada realidade requer um tipo de modalidade de atendimento diferente. Por exemplo, um aluno portador de doença renal, necessitando de diálise, três vezes por semana, num hospital distante de sua residência. Por dificuldades financeiras para se deslocar, consegue residir por um tempo no próprio hospital. Logo, participa de uma classe hospitalar existente no mesmo. A necessidade de diálise e de residir no próprio hospital torna-se uma necessidade educativa especial, cuja modalidade é a classe hospitalar.

Em prol de um mundo melhor e uma sociedade mais democrática lutemos por uma Educação Especial e Inclusiva de excelente qualidade para todos!
Fonte: Webartigos.com Textos e artigos gratuitos, conteúdo livre para reprodução.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sugestões de Atividades de Coordenação Motora Fina


Encaixe dos pedaços de macarrão nos furinhos da caixa

Alinhavo no arame revestido e os retros de linha


 Quebra-cabeça de palito picolé...

...pode confeccionar o quebra-cabeça com foto da criança, personagens preferidos ou alimentos.

Placa com botões diferentes e pedaços de feltro; Encaixe do feltro no botão.

Esconder objetos pequenos dentro da massinha.Depois parear a figura com objeto. 

 Palito de picolé com velcro.Criar e imaginar letras e formas geométricas


Enfiagem dos canudinhos nos buracos de uma cesta.

Perfuração em cima da letra no sentido da escrita.
Encaixe do agulha de crochê sem ponta.
Classificando formatos de botão na bandeja.
Pegar objetos pequenos (clips, massinha, algodão) com tesoura.Treinar o movimento abrir/fechar da tesoura sem ponta.

Brincadeira Pescaria  Na escola, a pescaria pode ser com cores, letras, números ou nomes dos colegas.Trabalhar a coordenação viso-motora.

ALINHAVO com peças de cores, letras ou números. Pode confeccionar com papel cartão plastificado e trabalhar alinhavo sequenciação( montagem das letras do nome) ou (sequência dos números).

COLAGEM no Balão.Trabalhar Esquema corporal (olho,boca, nariz, orelha)
Escrever as letras do alfabeto com cola colorida e passar o dedo indicador em cima da letrinha.Pode confeccionar cartões com as letras com texturas diferentes(emborrachado,lixa,espuma) -Trabalhar a percepção tátil e os movimentos do dedo indicador -preparação para escrita. Depois pode brincar com criança,falar uma palavra com a letra(associação).
Pegar objetos pequenos com uso do talher e colocar na forma de Gelo. Dicas bolinhas de algodão colorido ou bolinhas de massinha.Pode trabalhar com os números e quantidade.
Pegar objetos pequenos com uso da colher e colocar na caixa de Ovo. Criança canhota (foto)

Brincadeira Lousa Mágica (para desenhar ou escrever)

Fazer o movimento do lápis na massinha caseira. Desenhar ou escrever as letras do nome.